sábado, 12 de setembro de 2009

Batizado da Laura

A madrinha Ana Paula e o padrinho Paulinho

O batizado foi na Capela da Igreja da Gávea. O padre Mauro fez uma missa linda e até cantou parabéns para a Laura depois de ser batizada pela tia Ana Paula e pelo tio Paulinho. Foi um dia muito emocionante, com muito carinho da família e dos amigos. É incrível como a Laurita é amada e tem o poder de juntar todo mundo!! Até a tia Terezinha, madrinha de Mãe Lu veio de Mogi Mirim ao batizado. Ficamos todos muito felizes... Uma pena o tio Thiago não estar aqui entre a gente... Mas ele esteve nos pensamentos, com certeza!

Abaixo os melhores momentos do batizado. A Laura começou o batizado com o vestido branco lindo comprado em Vitória pela tia Anita, amiga da Vó Dalva, e tinha até uma sandalinha prateada e o lencinho... Foi a vó Cristina que pediu pra tia Anita comprar o vestido, depois de ver o azulzinho lindo que ela ganhou... Um luxo! A Laura é mesmo uma verdadeira boneca! No entanto, cinco minutos depois perdeu o laço, cairam as sandálias e ela estava toda babada!!! Mas linda, claro!

Laurita recebe as bençãos do padre Mauro no colo de Fred Pai, ao lado de Mãe Lu



terça-feira, 8 de setembro de 2009

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

É mais fácil na teoria...

Quando estava grávida e comecei a ler sobre bebês e como educá-los, achei que conseguiria tirar de letra essa nova tarefa da minha vida... Afinal, era só dar amor, carinho, mamá e disciplinar a minha pequena. Li que os bebês não podem ser o centro da casa, que tem que entender que todos têm o seu espaço e que nada de bebê nanar no quarto dos pais e muito menos na cama. Ficar no colo o dia todo, nem pensar! Além disso, eu planejava sair de casa com Fred Pai pelo menos uma vez por semana.. pra jantar fora, namorar e voltar a ser a Lu e não somente Mãe Lu.
Pois bem... o tempo passou, a Laura nasceu e as coisas não funcionaram como na teoria. Para começar desde que minha pequena surgiu no mundo que não consigo deixá-la dormir no seu quarto... ela dorme no moisés, ao lado da minha cama, quando não dorme comigo e com Fred, no meio da camona. Sei que agora com cinco meses, minha pequena pode sim ir ao quarto dela, finalmente. Mas a verdade é que mesmo de dia, tirando uma sonequinha, ela dorme no carrinho, pertinho de mim ou da Tere... nada de ficar sozinha... Além disso, tem o lance do conforto também. Laurita acorda umas três vezes na noite para mamar... como está do meu ladinho no moisés, nem preciso levantar para pegá-la... eu a coloco do meu ladinho na camona, deitadinha mesmo, e ela mama, enquanto eu.. bem, pelo menos, fecho os olhos... morrendo de sono! Pensar em deixá-la no quarto dela quer dizer que terei que levantar da cama, ir até lá... enfim... será muito mais difícil a minha já turbulenta madrugada.
Li esses dias que poderia tirar o mamá dela da madrugada. Simples: só deixá-la chorando, esgoelando, até dormir de cansada. Isso duraria umas quatro noites... depois ela se conformaria e dormiria a noite toda.
Bom... tenho pensado em fazer isso. Mas a verdade, verdadeira é que não tenho coragem... Só de pensar que ela chorará até cansar... se sentirá magoada... não entenderá nada... - Onde está minha mamãe? Cadê o peitão?? Fico arrasada... Sinceramente, sei que essa pode ser uma boa idéia... mas não tenho culhões ainda.
O pior é que fico pensando.... será que isso quer dizer que não conseguirei disciplinar minha filha? Não conseguirei dizer não? Não posso fazer isso. Para o bem da minha pequena preciso educá-la.. para que seja uma pessoa legal, que respeite os outros, a natureza e tudo o mais. Acho que a primeira coisa então é dar limites... Mas será que já é hora? Será que não dá pra dar limites sem fazê-la chorar a noite toda... ainda tão pequenina? Ou será que já é hora? Amar é também deixar o seu filho sofrer, nem que seja por apenas quatro noites? Não sei. Estou realmente confusa... Por enquanto, estou apenas pensando... acho que preciso ler mais a respeito... conversar mais com a pediatra, com Fred Pai... Eu sei de uma coisa... é muito mais difícil na prática...

Batizado da Laura! Eba!!!


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terça-feira, 18 de agosto de 2009

As manias de Laurita

Quando chora, ela grita ai ai ai! ai ai ai ai!!!
Adora dormir com uma fraldinha no rostinho.
Essa bebê curte de montão trocar fraldas e roupinha. Inclusive, ajuda a mamãe a passar o body pela cabecinha.
Toda vez que golfa e faz a maior sujeira, abre um sorrisão.
Fica olhando a mão e depois a enfia na boca.
Enfia tanto a mão na boca, mas com tanta vontade, que até vomita...
Aprendeu a segurar a chupeta, mesmo que desengonçada, e a tirar e colocar de volta na boca repetida vezes.
Gosta de tossir e espirrar para chamar a atenção do papai e da mamãe.
Quanto está morrendo de sono, ao invés de simplesmente dormir, abre o maior berreiro... ai ai ai! ai ai ai!!!
Adora tomar banho de ofurô de noite. Pode estar na maior rabujice, tirou a roupinha e viu o baldão, da o maior sorrisão.
Depois do banho, só quer saber de peitão.
Quando está com a Terê e vê ou ouve a mamãe abre o maior berreiro.
Adora prestar atenção na conversa dos outros e ama emitir opiniões do tipo: aguuuu!! baaaaaa!!! uaaaaaa!!!
Sorri pra todo mundo!

terça-feira, 11 de agosto de 2009

As muitas milhas de Laurita


Um vai e vem danado. Essa tem sido a vidinha de Laurita, desde que trocamos de pediatra e a doutora Kátia liberou totalmente as viagens... Ufa!!! Finalmente Laura pôde acompanhar Fred Pai e Mãe Lu, que têm rodinhas nos pés ou asinhas nas costas.
Assim que chegou de Campinas, onde foi pela segunda vez em apenas três meses de vida, Laura foi para Vitória, passar uma temporada com a vovó Dalva, vovô Agnaldo, tia Lu e tio Binho. Ficou lá 12 dias.
A estada de Laurita foi um grande evento para a família. A bisa Ester veio lá de Goiás, só para conhecer sua pequena. Passou uma semana embalando Laurita, rindo das gracinhas delas, enfim, babando! Os bisôs Bel e Iraci também curtiram muito a Laurinha.Para comemorar o nascimento de Laura e apresentá-la à sociedade capixaba, vó Dalva fez um festão! Chamou cerca de cem pessoas, que foram lá curiosíssimas para conhecer a primeira neta de vó Dalva e vô Agnaldo.

Fred Pai também chamou um monte de amigos, dentro de uma cota fechada que vó Dalva deu a ele (afinal, se fosse chamar todos os amigos queridos, seria um festão pra 500 pessoas!!!) para que conhecessem sua pequena. Até mesmo a vó Cristina e a tia Regina vieram de Campinas para participarem da festa e passarem um ótimo final de semana com Laurita e a família Pacífico Alves.
A festa foi marcada para sábado às 18h. Mãe Lu deu um super banho em Laurita, escolheu o macacão de melancia, todo fofo para ela vestir e ficar linda para conhecer todos os convidados. No entanto, assim que vestiu a roupinha, Laura começou a chorar, chorar, chorar... Não parava. Mãe Lu não sabia o que fazer. A campainha começou a tocar e Laura no quarto não parou de berrar. O jeito foi colocá-la no sling, para que se sentisse quentinha e segura. Foi ótimo. Dois minutos depois, quentinha e segura, Laura parou de chorar e dormiu... Com o bracinho na carinha, como gosta de fazer... Dormiu, dormiu, dormiu... Os convidados chegavam ávidos para conhecê-la e lá estava Laura, no sling, com o bracinho sobre o rosto, dormindo.

Laura dormiu a festa inteira. Não teve jeito. Mãe Lu a colocou no carrinho e nada de acordar. Vó Cristina e tia Regina então decidiram ficar no quarto com ela, para que Mãe Lu pudesse dar uma voltinha na festa, já que havíamos esquecido a babá eletrônica. Lady Laura só foi acordar e dar o ar da graça no minuto em que o último convidado foi embora, lá pela uma da manhã. Acordou, olhou ao redor, mamou e dormiu... Que Laurita mais difícil essa não?

Viagem a Paraty

Três dias depois da volta de Vitória, lá estávamos nós empacotando as malas novamente. Desta vez, fomos para Paraty! Mãe Lu, Fred Pai, Laura e Terezinha, a babá. Ficamos em uma pousadinha muito bonitinha e passamos quatro dias lá. Laurita andou de carroça pelo centro histórico de Paraty e adorou o cavalo... Passeou pelas ruas de pedra no colo de Fred Pai, praticamente escalou uma montanha para ir a uma festa numa casa linda no topo de uma montanha, também no colo de Fred Pai. Ela adorou a viagem e não deu trabalho nenhum...

Terezinha, a babá, foi junto para que Fred Pai e Mãe Lu pudessem curtir Paraty à noite, namorar, ficarem um pouco sozinhos. Laurinha é muito bem-vinda na nossa vida, mas é muito bom também podermos voltar a curtir a vida de adultos, afinal, foi por isso que Laura veio ao mundo!
A próxima viagem de Laura será a semana que vem. Ela voltará a Campinas com Mãe Lu. Vai visitar vó Cristina e vô Filizzola.

quinta-feira, 23 de julho de 2009

EXTRA! EXTRA! EXTRA! EXTRA!


Tia Lu está carregando o ARTHUR dentro da barriga dela! Do lado de fora da barriga de Mãe Lu está a Laurinha.
Que legal!! Laurita vai ganhar um priminho! Vó Dalva e vô Agnaldo estão muito felizes! Em 2009 ganharão um casal de netinhos! Quanta novidade boa!

quarta-feira, 15 de julho de 2009

quinta-feira, 9 de julho de 2009

O Mundo Encantado de Laura

Agora com três meses Laurita começa a despertar para o mundo. Com olhinhos curiosos, já presta atenção em tudo ao seu redor, inclusive nos brinquedos lindos e coloridos que enfeitam o seu quarto e agora também alegram a sua vida.
O primeiro brinquedo que despertou a atenção de Laura foi uma fadinha de papel machê que fica pendurada em seu berço. Vermelhinha, logo no segundo mês de Laura, já era observada. Assim como os demais brinquedos prediletos de Laurinha, a fadinha tem um nome: Amanda. Amanda porque é muito amada, justificou Mãe Lu, que adora colocar nome em tudo.
A vaquinha de Laura é a Vacalice. O móbile, que Laurita ama de paixão e ri todas as vezes que ele começa a cantar e girar, tem quatro amiguinhos: o Plaft e o Ploft e o Zapt e Zupt.
Laurinha também ama os chocalhos dela. Ela tem quatro amiguinhos chocalhos dos quais nunca se separa. Eles estão com ela no bebê conforto, no carrinho e até no moisés. Eles são o Saralapi, Serelepi, Sirilipi e o Boi Lunático. Esse último então, Laura é apaixonada. Não pode vê-lo que o leva direto na boquinha. Pena que Fred Pai, sem querer, deixou ele cair no chão da rua outro dia. Agora ele anda meio encostado. Precisa tomar banho logo, antes de voltar a brincar com Laurita. O Macaco Zé Mané também tem sido introduzido aos poucos à pequena. Mas ela ainda prefere os outros brinquedos, mas Zé tem tudo para conquistar o coraçãozinho dela.
As bonecas, Laura também tem descoberto aos poucos. Outro dia ela ganhou da vó Cristina dois presentes lindos. Duas bonecas que Mãe Lu brincava quando era pequenina também, há mais de trinta anos! Vó Cristina as guardou durante vários anos, esperando que Mãe Lu tivesse uma filhinha para que ela herdasse esse bem tão precioso. O bebezinho Carequinha e a Holandesinha. Vó Cristina lavou as roupinhas das bonecas, deu um banho nelas e pronto! Estavam novinhas em folha. – Viu que lindas estão as bonecas? Nem parecem que são trintonas!!, disse Vó Cristina ao Vô Filizzola, enquanto arrumava as bonecas. – Engraçado Cristina! A Lu era tão cuidadosa com as bonecas! Agora ela é tão cuidadosa quanto com a sua filhinha!, disse Vô Filizzola.

Nostalgia

Toda essa volta da infância está dando umas saudades dos meus primeiros anos. To amando brincar com os bonequinhos da Laurita. Amei mais ainda rever as minhas bonecas, que tanto me fizeram feliz e que agora farão a minha pequena. Amo inventar histórias para a Laura. Colocar nome em tudo e fazer do mundo de Laurita o mais encantado possível.
Ouvir novamente as músicas infantis também tem sido uma curtição. Não apenas para mim, mas também para Fred Pai. A gente ama ouvir as músicas da Arca de Noé, Pirlimpimpim, Saltimbancos e tantas outras. A Dindinha Aninha veio passar uma semana aqui com a gente, a semana passada, e nós duas passamos todos os dias cantando para a Laurinha. Que delícia! Relembrei um monte de canções que cantava para ela, quando era do tamanhinho da Laurinha e mais velha. Engraçado... e ela lembra até hoje e canta agora pra minha filha e pras minhas sobrinhas, as trigêmeas. Como é bom voltar à infância! Obrigada Laurinha! Está fazendo Mãe Lu ficar cada dia com a alma mais leve!

sábado, 4 de julho de 2009

Levantando asas

A primeira viagem de avião de Laura foi para Campinas. Fomos Mãe Lu, Laurita e Terezinha, a Super Nanny, para a casa dos vovôs Filizzola e Cristina e da madrinha Aninha. Essa viagem estava sendo muito esperada e planejada. Esperada porque, depois da morte do tio Thiago, não pudemos voltar mais para Campinas, apesar de Mãe Lu estar com o coração arrasado e com muita vontade de estar pertinho da família dela, para confortá-los e se confortar. Além do mais, a presença de Laura nesse momento de dor foi um grande acalento no coração dos avós. Por isso, a viagem foi tão esperada e planejada. Ficamos dois meses aguardando para que ela pudesse ser liberada pela pediatra e finalmente levantamos asas!
Com dois meses e meio de vida, Laurita pôde voar, mas com alguns cuidados. O mais importante deles era fazer com que ela mamasse na subida e na descida do voo, para evitar dor de ouvido por causa da pressão. A ida foi ótima. Conseguimos acordar Laura para mamar na subida e na descida. O ponto alto da viagem ficou por conta da estreante em voos Terezinha, que na decolagem do avião, ficou tão nervosa e apertou tanto o cinto de segurança que Mãe Lu teve que falar para ela relaxar e desapertar o cinto, senão ela ficaria sufocada! Terezinha contou que naquela noite havia sonhado que estava no avião com Laurita, mas que lá em cima já, ela havia percebido que Mãe Lu não estava no voo e pedia para que o avião parasse, para ela descer com Laura. – Poxa Terezinha! Acho difícil pedir para o avião parar pra alguém descer!, disse eu, minutos antes da decolagem. Ao constatar essa informação, Terezinha ficou desesperada e por isso o apertão do cinto de segurança.


A terrível volta

Com medo da gripe suína, que já contava com mais de 600 casos no Brasil e depois de assistir ao Jornal Nacional que mostrava centenas de passageiros nos aeroportos brasileiros usando máscaras, vovô Filizzola e vovó Cristina ficaram apreensivos e só deixaram Mãe Lu voltar com Laurita caso a bebê usasse máscara. Como a máscara era enorme para Laurinha, vó Cristina a recortou do tamanho do rostinho de Laura e costurou de novo, fazendo uma pequenina máscara para a bebê.
Devidamente protegida, subimos atrasadas e correndo muito para o voo de volta ao Rio. Ao entrar no avião, apesar de termos tentado muito, mas muito mesmo, nem Mãe Lu e nem Terezinha conseguimos acordar Laura para mamar. Com a barriguinha cheia da primeira mamada, às sete da manhã, nada de Laurita pegar o peito. Não adiantou sacudir, chamar, virar, sacudir de novo, chamar mais uma vez, virar de novo. O avião decolou e nada de Laura pegar o peito. Somente lá em cima, já no final da subida, Laura acordou. Mas não para pegar o peito e sim para fazer um cocô daqueles tão grandes que desceu tudo pelas pernas. Tivemos que esperar para que pudéssemos ir ao banheiro trocar as fraldas de Laura.
Naquele minúsculo cubículo Mãe Lu dentro do banheiro trocava as fradas do bebê enquanto Terezinha, do lado de fora (por falta total de espaço), auxiliava. De repente, Terezinha percebeu que havia algo de estranho e que talvez Laura tivesse vomitado, já que não podíamos ver em função da máscara. Quando Mãe Lu tirou a máscara, Laurita estava com os olhinhos vermelhos e o nariz tapado de vômito. Toda molinha e sufocada, Laura nem chorava. Ao constatar o perigo, com as pernas bambas, mas com a consciência de que não dava para desesperar, Mãe Lu pegou seu bebê no colo e chupou seu narizinho duas vezes para tirar o que estava dentro dele. Só parou porque Laura começou a chorar. – Ufa Terezinha! Ela está chorando, estão está tudo bem!, disse Mãe Lu, segundos antes do avião começar a balançar todinho, ao passar por uma área de turbulência. O avião balançou tanto que o serviço de bordo parou e as aeromoças vieram correndo mandar Mãe Lu, Laura e Terezinha sentar. – Mas eu não terminei de trocar, disse Mãe Lu. Em vão: - Não! Larga tudo e senta!, disse a aeromoça. Largamos tudo no chão do banheiro e sentamos, com Laurinha ainda sem roupinha e só enrolada em seu cobertor. Esperamos a turbulência passar e voltamos para terminar de colocar a roupa em Laura e pegar suas coisas, esparramadas pelo chão do banheiro e corredor do avião. Um verdadeiro desastre.

Mas como coisa pouca é bobagem, o pior ainda estava por acontecer. Descemos, esperamos muito as malas chegarem e finalmente avistamos Fred Pai no aeroporto. Mãe Lu estava preocupada que Laura não reconhecesse o Papai, depois de dez longos dias em Campinas. Mas que nada! Foi só ver Fred Pai que Laurita se desmanchou em sorriso. Fred Pai ficou todo bobo! Que ótimo! Mas meia hora depois, já na Linha Vermelha, de volta para casa, Laurita começou a berrar como nunca antes! Ela gritava tanto que Mãe Lu teve que ir para o banco de trás do carro tentar dar de mamar para Laura. Mesmo assim, nada dela parar. O desespero foi total. O que Laurinha tem? Já no caminho do pronto-socorro, ligamos para a pediatra, a doutora Kátia. – Doutora, posamos há meia hora e Laura não para de berrar. O que está acontecendo? – Ela está com dor de ouvido e a dor é muito forte. Parem em uma farmácia, comprem Novalgina e dêem para ela. Mais que na hora paramos, compramos, demos e ufa! Laurinha dormiu a tarde inteira, ao lado de Mãe Lu, arrasada com a dor de ouvido que provocou em sua filhinha. – Perdão Laurinha! Perdão!! Por Mãe Lu, Laura não viajaria mais de avião tão cedo! Mas a doutora Kátia disse que é besteira. É só atrasar a mamada de Laurita e pronto. Se ela pegar o peito, tudo será como a ida, numa ótima! Então tá! Dia 10 de julho estaremos de volta a um avião. Dessa vez, para irmos ver os vovôs de Vitória... Esperamos que esse episódio não se repita! Que susto Laurita!